Adesivos de parede Gecko


24 de junho de 2010

vuvuzela design



Nada mais irritante do que o som das vuvuzelas , certo?
Mas tenho que admitir que achei a ideia da Antarctica genial! Uma vuvuzela em formato de long neck, que quando tocada parece que a pessoa ta bebendo cerveja.
Compacta, fácil de soprar e ainda pode pendurar no pescoço para não perder.
Tentei descobrir mais informações sobre o produto na internet, mas não achei nada... se alguém souber quem fez ou qualquer outra informação por favor me avisem.
Com certeza o melhor produto da Copa até agora!
Obrigada as queridas Carolinas, modelo e fotógrafa respectivamente.

23 de junho de 2010

crime e culpa




Aplicação do adesivo crime e culpa de Sergio Carvalho na casa de uma cliente.
Achei tão legal que resolvi compartilhar com vocês.


18 de junho de 2010

saramago RIP

carl kleiner




Lindas imagens no portfolio do fotógrafo Carl Kleiner.
A parte do diary com fotografias pessoais também é bem legal. Tanta coisa que a gente faz que acaba nunca sendo mostrada que achei o conceito interessante. Simples e bonito.

17 de junho de 2010

carlinhos brown + gualter pupo + arterial



Semana que vem estréia a sexta temporada do Mutiplicidade, com a presença dos designers e colaboradores da Gecko, Marcos Leme e Christiano Calvet (sócios no escritório Arterial). Além da dupla, participarão o compositor, percussionista e poeta Carlinhos Brown e o diretor Gualter Pupo.

Dia 24/6, 19:30 no Oi Futuro. Rua 2 de Dezembro, 63. Flamengo.

3d


concordo plenamente!

16 de junho de 2010

parede

Parede, o Festival Internacional de Poster Arte do Rio de Janeiro, começa hoje, dia 16, no CCJF. A noite de abertura inclui a festa Bootie Rio, com participação de Lúcio K, Billy, the Kid e Fabiano Moreira. No site do Jornal O Globo, Fabiano Moreira explica com mais detalhes.



5 de junho de 2010

selina rose






Selina Rose é designer e inglesa.
Trabalha com feltro e cortes à laser, criando texturas e vazados em paredes, tapetes e até porta-copo. Usa cores vibrantes e desenhos minimalistas.
Mesma teoria do recorte eletrônico dos adesivos, mas aplicado em outro material.

3 de junho de 2010

thoughts on flash

Esse post talvez seja um pouco tecnológico demais para esse blog, mas como estamos cada vez mais cercados pela tecnologia, achei interessante compartilhar. Nessa "carta" Steve Jobs explica oficialmente por quê excluiu o Flash (software da Adobe) do Iphone e Ipad e lembra que a Apple tem a tradição de eliminar precocemente tecnolgias em decadência, como fez com o disquete nos Imacs.

As principais razões citadas no texto são: 1) o Flash não é uma paltaforma aberta, 2) não está tão presente como dizem, 3) tem falhas de segurança e performance, 4) prejudica a duração da bateria, 5) não suporta touch screen, 6) não é otimizado para o mac....

É uma guerra que pode terminar com a "morte" de um aplicativo que revolucionou a web e ainda está presente em muitos sites que visitamos atualmente, incuindo o da Gecko.

Nesses exemplos abaixo, os buracos brancos que aparecem nos sites que usam flash ao serem visualizados no Ipad.




Texto em inglês, reproduzido do site da Apple:


"Apple has a long relationship with Adobe. In fact, we met Adobe’s founders when they were in their proverbial garage. Apple was their first big customer, adopting their Postscript language for our new Laserwriter printer. Apple invested in Adobe and owned around 20% of the company for many years. The two companies worked closely together to pioneer desktop publishing and there were many good times. Since that golden era, the companies have grown apart.... 
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1 de junho de 2010

peraí galera…

Continuando o post sobre a copa. O texto abaixo, escrito pelo designer Fábio Lopez, contrapõe a enxurrada de críticas negativas que surgiram desde o anúncio dessa logo hoje de manhã. É sempre bom ouvir uma segunda opinião, mesmo que não concordemos ela.

"O logo é assim tão ruim ou as pessoas estão criticando o aspecto político da escolha da marca, os ‘notáveis’ ou o fato dela talvez não ter sido desenvolvida por um escritório brasileiro? O escritório é Francês: talvez por isso me remeta um pouco ao trabalho de gravura do Matisse – de novo. Pelo menos ninguém escaneou uma gravura do cara dessa vez (Rio 200-7).

Eu lamento que não tenha sido escolhida pelo conjunto de notáveis do design brasileiro (e eles devem estar lamentando também o fato de não terem criado a marca), mas quem são seus clientes? Quem são as pessoas que aprovam, consomem e avaliam a maioria dos trabalhos que fazemos? Bergmiller, Wollner, o espírito do Aloísio? Então vamos com calma, vamos analisar a marca pelo que ela é e não por quem escolheu ela. Não concordo com o processo mas isso não é o que faz o projeto ser bom ou ruim (isso é um argumento post hoc hergo ante hoc: aquilo que vem depois causa o que vinha antes). Se a marca tivesse sido criada pelo grupo de ‘especialistas’ listado eu concordo, mas não foi o caso – ufa.

Eu talvez fizesse diferente, tenho minhas questões em relação ao acabamento (refinamento) visual da marca (especialmente a parte tipográfica) mas não achei o sinal em si um equívoco completo. É pregnante, diferente, expressa questões relacionadas ao torneio… o que vocês esperavam? Uma bolinha de futebol, um papagaio, o mapa do país com microconfetes verde-amarelos transparentes (neofirulativismo)?

Minha crítica fica por conta do Brasil com ‘Z’ apresentado na versão cinza da marca. Mas isso já deve estar sendo revisto, na medida em que essa segunda versão que apareceu hoje já não o apresenta. Mas se isso for uma recomendação/exigência da Fifa?

Taí, é uma solução, critiquem a vontade. A marca de eventos desse porte bem como de empresas que fazem parte da nossa vida são sempre vítimas de um envolvimento emocional – e isso estabelece um tipo de análise que é tão técnico quanto esse grupo de notáveis.

No intuito de articular um comentário mais técnico, podemos analisar a marca segundo os 14 parâmetros proposto por Chaves/Bellucia*:

: qualidade gráfica genérica: a relação entre os elementos me parece harmoniosa. O símbolo integra bem sinal e ‘tipografia’ – existe grande coerência na construção.

: ajuste tipológico e suficiência: não vejo inadequação na criação de um elemento compacto para identificação do evento. Se a parte tipográfica fosse um pouco mais refinada poderia funcionar melhor quando isolada do sinal, permitindo uma ampliação maior das possibilidades de aplicação. Vale esperar, uma marca não responde sozinha pela identidade visual do evento.

: correção estilística: diferente da marca criada pra Londres 2012, não causa grande ruptura em relação ao universo de sinais já desenvolvidos para eventos dessa natureza.

: compatibilidade semântica e inteligibilidade: alguém não entendeu o que significa? Eu achei interessante a ideia, pois foge da mesmice do chute, do jogador e da bola. Pode melhorar ainda mais com um bom slogan, vinhetas, movimento. Pensar de maneira estática não é suficiente nos dias atuais, e isso talvez esteja expresso no partido visual adotado pro sinal.

: versatilidade: não é possível analisar profundamente esse aspecto porque não estamos vendo o projeto implantado. O sinal parece ser pouco maleável por constituir um elemento compacto, mas por ser pregnante e apresentar uma leitura simples não vejo imobilidade nessa condição. É cedo.

: vigência: marca criada para um evento futuro e bastante particular: não existe ponto de comparação dentro do mesmo contexto (exato) de criação. Comparando com outros eventos esportivos não acho ruim ou inadequado.

: reprodutibilidade e legibilidade: a palavra ‘Brasil’ me pareceu um pouco problemática (baixa qualidade gráfica) mas foi suprimida nessa segunda apresentação – acredito que venham mudanças por aí sobretudo por conta do ‘Z’ na grafia internacional do nome do país. O sinal como um todo parece atender bem a esse parâmetro, e o fato da marca apresentar muitas cores (já temos 3, vem o preto de FIFA, algo para Brasil…) não costuma ser um problema em marcas oficiais de eventos esportivos (lembrando das 5 cores dos anéis olímpicos). O símbolo criado me parece ser resistente a reduções e é fácil de ser ‘lido’ nos diversos meios de impressão/projeção. Reforço: ajustes pontuais podem aprimorar o sinal, mas essa observação reflete um princípio projetual meu particular, influenciado pela proximidade que tenho com questões de acabamento relacionadas ao universo da tipografia. Eu meteria a mão pra ajeitar a marca, e talvez estivesse estragando ela por um outro ponto de vista.

: pregnância: ponto alto do sinal criado.

: vocatividade: o encontro das mãos e do movimento sugerido ocorre no centro de massa do elemento.

: singularidade: o sinal é diferente e escapa de maneira inteligente dos clichês futebolísticos: chute-chuteira-bola-jogador ou nacionais: natureza-folk-samba-tropical.

: declinabilidade: vale esperar mais um pouco para ver o sinal associado a outros elementos dentro do programa de identidade da marca. Ver se será feito alguns ajuste na parte tipográfica da marca e que tipografia vai ser definida para complementar o projeto.

Conclusão: acho a marca interessante. Minha crítica fica por conta do refinamento visual do sinal, tanto em relação a parte tipográfica quanto em relação aos elementos que integram a marca. Acho que as curvas estão mal construídas, mas não a ponto de assumir a degeneração da forma como um partido visual consistente. Mas isso é uma decisão de projeto que ainda pode sofrer melhorias: me incomoda, mas eu respeito se não tiver sido acidental – e seria inocente da minha parte achar que foi.

Quanto aos notáveis: não vi as outras marcas pra saber se a escolha foi boa ou lamentável. Questiono a ausência de um profissional da área com mais tarimba (pela minha régua) que Hans Donner, mas isso não qualifica automaticamente a marca como sendo ruim. De uma discussão técnica podemos extrair alguma coisa, da implicância apenas uma ou outra piada bem colocada.

Fabio Lopez"



Falando em opinião, outro comentário que ouvi, e que não consegui mais abstrair, é que essa logo é uma homenagem ao Chico Xavier (com a mão na testa). Chico Xavier 2014!



jura?


Anunciaram a logo da Copa 2014.
E aê. O que acharam?
Saiu no G1.