

As obras, cujo visual macabro revela homens e mulheres mutilados, transformados em seres de aparência medonha ou em situação de agonia profunda, servem como ferramenta política para denunciar os abusos aos direitos humanos cometidos na Coréia do Norte.


O país, famoso por seus sistema político radical, é frequentemente apontado em casos de tortura ou restrições à liberdade de expressão.

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